Ela sempre foi a certinha. Filha modelo, esposa elogiada, boa mãe. Mas naquela manhã, na casa do amigo do dogging, a máscara caiu de vez.
Não queria só pau.
Queria ser usada.
Queria sentir que não tinha escolha… mesmo tendo escolhido tudo.
O corno, pau na mão e olhos brilhando, soltou:
“Arruma uns caras pra comer ela sem dó.”
Ela não negou. Só olhou com aquele sorrisinho de quem sabe que vai ser destruída e ama cada segundo.
A conversa virou um looping sujo de humilhação e tesão:
Ele segurando as pernas dela abertas enquanto o outro gozava fundo.
Ela prendendo o macho com as coxas e gemendo “me engravida, vai!”.
O corno filmando tudo, orgulhoso, e depois limpando com a língua.
No final ela tava jogada, suada, escorrendo porra, voz rouca:
“Tô morta… quem quiser me usar, me usa.”
Essa foi a primeira vez que a “santinha” liberou 100% o fetiche mais pesado que sempre reprimiu.
Quer ver o que acontece quando a mulher de f