Quando chegamos ao motel naquele dia, o personal pediu um momento a sós comigo. Eu e o Nei descemos para a garagem e ali começou algo que me deixou abalada. O que deveria ser apenas um início quente do encontro acabou tomando um rumo mais intenso do que eu esperava.
Ele tem um jeito dominador, e naquele dia passou dos limites. Eu fiquei assustada, confusa, e o Nei nem imaginava o que tinha acontecido ali antes de subirmos. Quem nos acompanha há anos talvez lembre que tivemos um período em que ficamos afastados, foi justamente por causa desse encontro. Foi quando parei para refletir sobre riscos, limites e sobre como, mesmo estando acostumada a situações intensas, algumas ultrapassagens deixam marcas.
O personal, além de muito forte, tinha experiência com luta, então sabia exatamente como impor força. Ele testava meus limites como se estivesse em uma espécie de “50 tons de cinza”, mas naquele dia eu não estava preparada. Mesmo sem acionar nosso código de segurança, o Nei p