Minha calcinha de fio dental mal esconde o cuzinho que fica pulsando. O cropped vermelho sobe devagar, deixo os mamilos fazerem contato visual.
Seguro o dildo de vinte e quatro centímetros de pau realista, aponto a câmera, respiro fundo e desço até engasgar, deixo escorrer baba escorrendo nos peitos. Cada engolidinho faz meus olhos marejados brilharem,. Pressiono a ponta contra a garganta, faço aquele som molhado de quem chupa gelo no calor, e o pulso acelera só de imaginar.
Quando a boca já lateja de tesão, arrasto o consolo babado até o colo, esfrego contra os mamilos e depois engulo ele inteiro num gemido rouco que sobra da boca. Mudo de ângulo: sento de frente, deixo tu ver recebendo o pau que parece brotar de dentro de mim. Giro de lado e tremo até as coxas, depois de costas, abro bem as nádegas pra câmera pegar o ânus piscando.
Trato tua punheta sem tocar em ti: te desafio a bater nesse ritmo com as palavras, abro a boca, mostro a língua e grito “mete mais fundo”