Entrei no banheiro da minha madrasta e fiz questão de deixar a porta escancarada. O barulho do chuveiro não foi suficiente pra esconder o que eu estava fazendo: bati uma punheta frenética, batendo a mão com força de propósito. Eu queria que ela escutasse cada detalhe da minha safadeza e ficasse imaginando o enteado gozando ali, a poucos metros dela.