Ele ficou sentado em silêncio, apenas observando, enquanto eu me ajoelhava para receber um pau grosso de 23 cm que sempre me deixava fraca. Meus lábios o envolveram lenta e vorazmente, enquanto meu marido permanecia em silêncio no canto, com os olhos fixos em cada detalhe. Uma vez que eu estava curvada, não havia como voltar atrás — ele me alargava a cada estocada profunda, me fazendo gemer mais alto a cada vez. Meu corpo cedeu completamente, pingando e tremendo de prazer. Cada olhar, cada som, cada movimento contava sua própria história. Este momento era cru, intenso e real — o tipo de tarde que me deixa com vontade de mais e o faz lembrar exatamente por que ele me deixa ser possuída daquele jeito.